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Trevas: Hakatoshi no Seishin (O Espírito da Cidade das Tumbas)

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Trevas: Hakatoshi no Seishin (O Espírito da Cidade das Tumbas)

Mensagem por O Criador em Sab Out 13, 2018 6:59 pm

Hakatoshi no Seishin
O Espírito da Cidade das Tumbas


Finding solace
Finding solace somewhere
Seeking comfort
Seeking comfort somewhere

Over and over
Over she calls
Over and over
Over she falls

The black widow
Waiting for her lover
The black widow
Crying in her bedroom

Over and over
Over she calls
Over and over
Over she falls


Dolores O´Riordan (ex-vocalista do Cramberries) - Black Window

Eles esconderam o barco na margem da ilha, e caminharam lembrando das advertências do porto de onde saíram, e a censura dos mais velhos. Em sua mente imagens dos tesouros que aqui haviam os impeliam à frente, amarradas à cobiça e aos vários atos censuráveis que cometeram para conseguir descobrir o caminho para cá. Mas seus corações estremeciam a cada jogo de sombras entre as árvores, e ao escutar o piado agourento de um mocho.

Não demoraram muito para se arrepender de terem pisado ali, e o arrependimento foi a última coisa que sentiram como seres humanos. Ela os esperava, os braços abaixados, a roupa se misturando ao escuro sob os galhos de um tronco seco, as pupilas verticais e verde-esmeralda a reluzir como gemas de um mundo proibido. Fitando-os, fez apenas uma pergunta: "O que estão fazendo aqui?". A mesma de sempre.

Eles sacaram suas armas. E como sempre, em alguns segundos já não viviam mais.


Este Tema permite que você jogue com uma kuchyose peculiar e atrele ela a um personagem anterior que tenha conhecido a perda e a dor, sem penalidades narrativas. A rainha do pranto dos esquecidos, a última luz na ilha do poente, a deusa do povo morto. Hakatoshi no Seishin. O Espírito na Cidade das Tumbas.

Ela fora criada como guardiã de um Clã que a história perdeu seu nome. Através do sacrifício de uma sacerdotisa, que ofereceu seu corpo e alma para proteger todos do seu vilarejo, foi alvo de um kinjutsu onde a vida de cada um dos que habitavam aquela ilha fora vinculada a ela, e assim mesmo um Clã em decadência com poucos ninjas e pessoas fracas sem poder algum poderiam ter uma protetora, durante os áridos conflitos da Primeira Guerra Ninja, quando as vilas ocultas batalharam e depois demarcaram suas fronteiras. Espremida entre ataques do País da Água e o País do Vento tentando ganhar vantagem marítima, foi a última coisa que o Clã Abe podia fazer para garantir sua autonomia e não serem absorvidos pelas nações desejosas de obter seu conhecimento especializado em jutsus de construção de monstros e clones, além do território privilegiado no mar.

Fortalecida, repleta de força, derramou sua fúria vingadora sobre ninjas das duas nações e os fizeram recuar. Ficou embevecida pelo poder, com euforia, e os perseguiu mar adentro, até se perceber morrendo, e que estaria para sempre ligada àquela ilha, e ao seu sangue. Não fazia mal. Podia defendê-los. Seria capaz de lhes dar segurança durante a guerra. Haveria paz.

Kinjutsus cobram um preço, estimado leitor. Não é a toa que são técnicas proibidas.

Mais ninjas vieram, e mais força ela desprendeu, ao ponto de revirar os rochedos da costa da ilha, e provocar tempestades. Quando puxava a energia dos moradores eles a doavam de bom grado, contudo logo a doença caiu sobre os mais fracos, e os sintomas ficavam piores a cada vez que uma nova investida era repelida. E então algo muito ruim aconteceu com seu povo querido: começaram a petrificar. O kinjutsu era forte demais, ela era uma entidade de existência que não podia ser mantida por mais tanto tempo. Quando silêncio se abateu sobre as terras do Clã Abe, Suna e Kiri investigaram e encontraram apenas estátuas por toda a ilha. Temendo que fosse um efeito colateral de suas técnicas e daquela guardiã que conjuraram, selaram o caminho para a ilha destruindo os mapas com as rotas e os registros históricos. Que eles permanecessem esquecidos.

Ela sobreviveu. A última a caminhar no jardim de estátuas. O primeiro marinheiro, e único que voltou para contar sobre a ilha após ser abandonada pelas vilas ocultas, deu à figura feminina que vagava um nome tirado de um conto de sua terra distante.

Medusa.

O espírito vive Você não é mais mortal no sentido da palavra, é uma construção de vida e jutsu que perdeu a humanidade, e passa seus dias procurando uma forma de retornar seu povo à vida. Através de meticulosa pesquisa, descobriu como fragmentar de si entidades menores, mas não é suficiente. Precisa de um aliado, alguém que não tenha interesse nas riquezas e segredos deixados para trás na Ilha de Medusa, por isto procura um ´contratante´ que possa trazê-la com mais frequência para o mundo exterior.

Em termos de jogo, pode criar suas histórias e viajar pelo mundo com as entidades da técnica que cria clones remotos seus, sem precisar de execução de missões. O avaliador considera as histórias que escreve como missões, no máximo um Rank acima do seu (como a média dos mercenários), e confere-lhe PENs e experiência na forma de palavras, que pode aprimorar-se como indivíduo. Somente evolui de escalão se seu contratante fizer, mas não ganha ryous ou fama, nem pode participar de eventos sem ele.

Suas palavras são usadas para evoluir PEVs ou guardadas para uma de suas técnicas.

A teoria por trás da deusa do povo morto Medusa, a Hakatoshi no Seishin, é construída como um mercenário D+ com um bônus de morte de seu Rank (mínimo), e somente técnicas iniciais as deste Tema. Ela não usa elementos, sequer pode aprender especializações, invocar outros seres além de clones de si mesma ou evoluir sozinha sem ajuda externa de um contratante. Não tem equipamento ou bens. Como invocação, é uma de Rank "+" a mais que seu original (Rank C no começo de sua criação); se receber um golpe muito forte, retorna à ilha como uma invocação qualquer. Ela quer ser mais invocada, e sugerirá ao seu contratante que use suas habilidades como puder, e o máximo possível.

Interações de um purgatório em vida Mesmo que seus níveis de energia tenham caído como um indivíduo singular, seu corpo ainda é um construto de jutsu com forma de carne, e sua mente uma única constante humana já que sua alma se corrompeu e se tornou como uma teia, para sempre ligada à ilha, e aos seus habitantes petrificados. Se eles forem todos destruídos, ela "morre"; se alguém pisa no território saberá, não há como se infiltrar sem ela notar isto, como um sensor de mais alto grau, uma extensão de sua própria pele. Genjutsu pode funcionar alucinando-a, mas não alterar sua mente, deturpar sua moral ou forçar emoções, elas estão como que anestesiadas em uma fria e eterna fixação no objetivo final: descobrir no mundo exterior como reverter a petrificação, nem que para isto seja aniquilada ou devolvida à humanidade mortal.

Técnicas:

Apenas três, seus únicos poderes, que substituem o quarto bônus de um mini-tema. Precisa ter Ninjutsu de nível equivalente para usá-las, e podem ser adquiridas em bônus inicial acima do seu escalão, mesmo que rompendo limite de criação.

Kanjokyoku: Hakatoshi Kusemono
Adágio: Espectros da Cidade das Tumbas
Rank: C ~ A
Selos:
Macaco, Serpente

Destacando de si sua essência, pode criar clones mais duradouros que outras técnicas, e respirar neles algum semblante de vida, para servir como um "proxy" (enviado) seu. Gaste chakra equivalente ao Rank usado, mas ele fica preso no clone e assim permanece. Em Rank C, só podem permanecer a alguns metros de si mesma, e a um custo de 5 de chakra a mais, cria-se mais um clone. Em Rank A, podem se mover à distância e seguem uma regra especial a seguir.
Clones de Rank C são limitados a usar as duas outras técnicas do Tema, mas em Rank A ganham uma autonomia temporária, mais persistente que cópias de jutsus. Invista neste clone palavras guardadas como restante de bônus de morte ou adquiridas em suas missões de história explorando o mundo, procurando encontrar pistas de como reverter a petrificação, ou em ajuda a seu contratante em missões e eventos.

*Cada 100 palavras confere 1 PEN de chakra ou stamina (precisa ter no mínimo 1 em cada) para o clone usar, liberando energia de volta de sua criação (chakra) a ser recuperada com descanso para Hakatoshi no Seishin, até o limite do seu escalão. Estes PENs podem ser usados mas não são recuperados; se o clone não adquire mais experiência em palavras e continua batalhando para manter sua essência com nova aquisições, ele vai se desgastando até acabar qualquer PEN e então se desfaz, deixando o que aprendeu para Medusa.
*Com 1.000 palavras pode-se acrescentar um elemento, o Clã Abe era proficiente em Suiton e Fuuton. A partir daí, pode-se gastar palavras apenas em técnicas livres do fórum. Medusa mesmo é incapaz de usar jutsu elemental, ela canaliza dos ainda ligados a ela esse conhecimento e manipulação.

Clones de Medusa são dela e não invocados, embora ela possa criar uma cópia para combate e ajudar o contratante. Ela não consegue manter mais de um clone elaborado por escalão; eles existem para explorar o mundo, descobrir métodos de salvar seu povo, e vingar pessoas oprimidas. Possuem as mesmas imunidades de Medusa.

Kanjokyoku: Muma
Adágio: Íncubo
Rank: B
Selos:
Macaco, Lebre, Serpente

Medusa ou seus clones (temporários ou avançados) podem produzir membros grotescos, ou bocarras sinistras, que eram uma técnica comum do Clã Abe para formar soldados que não cansavam lutando contra seus inimigos. Chamavam-nos de "Íncubos", porque pareciam matérias deformadas vistas em pesadelos delirantes.
Esta técnica cria um construto de chakra negro, macabro, como um braço escuro com garra gigante ou uma mandíbula com gengiva negra. O Íncubo ataca com grande força, golpeando sem parar seus inimigos, e não pode ser afetado por veneno, genjutsu, ou incapacitação por ser feito de chakra, até ser destruído. Em certos sentidos, é como uma marionete poderosa, e talvez suas raízes venham das técnicas de titeriteiro de Sunagakure em seus primórdios.

Kanjokyoku: Datenshi
Adágio: Anjo Caído
Rank: A
Selos:
Macaco, Lebre, Serpente, Dragão

Datenshi é um aprimoramento do Íncubo, uma versão completa daquela coisa fragmentada, que na força total de Medusa era capaz de usar como amplificador para controlar Suiton e Fuuton a vastos níveis a partir dele, superando os jutsus dos invasores shinobi. Mas como ela perdeu acesso a suas técnicas elementais e todo o montante de chakra que tinha do coletivo, derivando apenas versões fragmentadas de jutsus Suiton e Fuuton em seus espectros (clones), é apenas um monstro disforme usado em combate. Ele se assemelha a uma estátua sem cabeça e com músculos grotescos, de pele negra, asas puídas nas costas como que carcomidas pelo tempo, e é capaz de voar.
O Datenshi pode "vestir" um clone ou a própria Medusa invocada, fazendo-a poder controlar diretamente seus movimentos, e voar. É mais poderoso que o Íncubo, entretanto se deixado sozinho tende a ficar violento demais e atacar qualquer um, precisa ser mantido com concentração e sob cabresto cuidadoso se não for vestido.

Código:
[quote][quote][center][b][size=18]Hakatoshi no Seishin[/size][/b]
[i][size=16]O Espírito da Cidade das Tumbas[/size][/i]

[img]https://c2.staticflickr.com/2/1975/31177314948_801b432daf_z.jpg[/img][/center]

[i]Finding solace
Finding solace somewhere
Seeking comfort
Seeking comfort somewhere

Over and over
Over she calls
Over and over
Over she falls

The black widow
Waiting for her lover
The black widow
Crying in her bedroom

Over and over
Over she calls
Over and over
Over she falls[/i]

Dolores O´Riordan (ex-vocalista do Cramberries) - [i]Black Window[/i]

[i]Eles esconderam o barco na margem da ilha, e caminharam lembrando das advertências do porto de onde saíram, e a censura dos mais velhos. Em sua mente imagens dos tesouros que aqui haviam os impeliam à frente, amarradas à cobiça e aos vários atos censuráveis que cometeram para conseguir descobrir o caminho para cá. Mas seus corações estremeciam a cada jogo de sombras entre as árvores, e ao escutar o piado agourento de um mocho.

Não demoraram muito para se arrepender de terem pisado ali, e o arrependimento foi a última coisa que sentiram como seres humanos. Ela os esperava, os braços abaixados, a roupa se misturando ao escuro sob os galhos de um tronco seco, as pupilas verticais e verde-esmeralda a reluzir como gemas de um mundo proibido. Fitando-os, fez apenas uma pergunta: "O que estão fazendo aqui?". A mesma de sempre.

Eles sacaram suas armas. E como sempre, em alguns segundos já não viviam mais.[/i]

Este Tema permite que você jogue com uma kuchyose peculiar e atrele ela a um personagem anterior que tenha conhecido a perda e a dor, sem penalidades narrativas. A rainha do pranto dos esquecidos, a última luz na ilha do poente, a deusa do povo morto. Hakatoshi no Seishin. O Espírito na Cidade das Tumbas.

Ela fora criada como guardiã de um Clã que a história perdeu seu nome. Através do sacrifício de uma sacerdotisa, que ofereceu seu corpo e alma para proteger todos do seu vilarejo, foi alvo de um kinjutsu onde a vida de cada um dos que habitavam aquela ilha fora vinculada a ela, e assim mesmo um Clã em decadência com poucos ninjas e pessoas fracas sem poder algum poderiam ter uma protetora, durante os áridos conflitos da Primeira Guerra Ninja, quando as vilas ocultas batalharam e depois demarcaram suas fronteiras. Espremida entre ataques do País da Água e o País do Vento tentando ganhar vantagem marítima, foi a última coisa que o Clã Abe podia fazer para garantir sua autonomia e não serem absorvidos pelas nações desejosas de obter seu conhecimento especializado em jutsus de construção de monstros e clones, além do território privilegiado no mar.

Fortalecida, repleta de força, derramou sua fúria vingadora sobre ninjas das duas nações e os fizeram recuar. Ficou embevecida pelo poder, com euforia, e os perseguiu mar adentro, até se perceber morrendo, e que estaria para sempre ligada àquela ilha, e ao seu sangue. Não fazia mal. Podia defendê-los. Seria capaz de lhes dar segurança durante a guerra. Haveria paz.

Kinjutsus cobram um preço, estimado leitor. Não é a toa que são técnicas proibidas.

Mais ninjas vieram, e mais força ela desprendeu, ao ponto de revirar os rochedos da costa da ilha, e provocar tempestades. Quando puxava a energia dos moradores eles a doavam de bom grado, contudo logo a doença caiu sobre os mais fracos, e os sintomas ficavam piores a cada vez que uma nova investida era repelida. E então algo muito ruim aconteceu com seu povo querido: começaram a petrificar. O kinjutsu era forte demais, [i]ela[/i] era uma entidade de existência que não podia ser mantida por mais tanto tempo. Quando silêncio se abateu sobre as terras do Clã Abe, Suna e Kiri investigaram e encontraram apenas estátuas por toda a ilha. Temendo que fosse um efeito colateral de suas técnicas e daquela guardiã que conjuraram, selaram o caminho para a ilha destruindo os mapas com as rotas e os registros históricos. Que eles permanecessem esquecidos.

Ela sobreviveu. A última a caminhar no jardim de estátuas. O primeiro marinheiro, e único que voltou para contar sobre a ilha após ser abandonada pelas vilas ocultas, deu à figura feminina que vagava um nome tirado de um conto de sua terra distante.

Medusa.

[b]O espírito vive[/b] Você não é mais mortal no sentido da palavra, é uma construção de vida e jutsu que perdeu a humanidade, e passa seus dias procurando uma forma de retornar seu povo à vida. Através de meticulosa pesquisa, descobriu como fragmentar de si entidades menores, mas não é suficiente. Precisa de um aliado, alguém que não tenha interesse nas riquezas e segredos deixados para trás na Ilha de Medusa, por isto procura um ´contratante´ que possa trazê-la com mais frequência para o mundo exterior.

Em termos de jogo, pode criar suas histórias e viajar pelo mundo com as entidades da técnica que cria clones remotos seus, sem precisar de execução de missões. O avaliador considera as histórias que escreve como missões, no máximo um Rank acima do seu (como a média dos mercenários), e confere-lhe PENs e experiência na forma de palavras, que pode aprimorar-se como indivíduo. Somente evolui de escalão se seu contratante fizer, mas não ganha ryous ou fama, nem pode participar de eventos sem ele.

Suas palavras são usadas para evoluir PEVs ou guardadas para uma de suas técnicas.

[b]A teoria por trás da deusa do povo morto[/b] Medusa, a Hakatoshi no Seishin, é construída como um mercenário D+ com um bônus de morte de seu Rank (mínimo), e somente técnicas iniciais as deste Tema. Ela não usa elementos, sequer pode aprender especializações, invocar outros seres além de clones de si mesma ou evoluir sozinha sem ajuda externa de um contratante. Não tem equipamento ou bens. Como invocação, é uma de Rank "+" a mais que seu original (Rank C no começo de sua criação); se receber um golpe muito forte, retorna à ilha como uma invocação qualquer. Ela [i]quer[/i] ser mais invocada, e sugerirá ao seu contratante que use suas habilidades como puder, e o máximo possível.

[b]Interações de um purgatório em vida[/b] Mesmo que seus níveis de energia tenham caído como um indivíduo singular, seu corpo ainda é um construto de jutsu com forma de carne, e sua mente uma única constante humana já que sua alma se corrompeu e se tornou como uma teia, para sempre ligada à ilha, e aos seus habitantes petrificados. Se eles forem todos destruídos, ela "morre"; se alguém pisa no território saberá, não há como se infiltrar sem ela notar isto, como um sensor de mais alto grau, uma extensão de sua própria pele. Genjutsu pode funcionar alucinando-a, mas não alterar sua mente, deturpar sua moral ou forçar emoções, elas estão como que anestesiadas em uma fria e eterna fixação no objetivo final: descobrir no mundo exterior como reverter a petrificação, nem que para isto seja aniquilada ou devolvida à humanidade mortal.

[b]Técnicas:[/b]

Apenas três, seus únicos poderes, que substituem o quarto bônus de um mini-tema. Precisa ter Ninjutsu de nível equivalente para usá-las, e podem ser adquiridas em bônus inicial acima do seu escalão, mesmo que rompendo limite de criação.

[b][u]Kanjokyoku: Hakatoshi Kusemono[/u][/b]
[i]Adágio: Espectros da Cidade das Tumbas[/i]
[b]Rank: [color=green]C[/color] ~ [color=red]A[/color]
Selos:[/b] Macaco, Serpente

Destacando de si sua essência, pode criar clones mais duradouros que outras técnicas, e respirar neles algum semblante de vida, para servir como um "proxy" (enviado) seu. Gaste chakra equivalente ao Rank usado, mas ele fica preso no clone e assim permanece. Em Rank C, só podem permanecer a alguns metros de si mesma, e a um custo de 5 de chakra a mais, cria-se mais um clone. Em Rank A, podem se mover à distância e seguem uma regra especial a seguir.
Clones de Rank C são limitados a usar as duas outras técnicas do Tema, mas em Rank A ganham uma autonomia temporária, mais persistente que cópias de jutsus. Invista neste clone palavras guardadas como restante de bônus de morte ou adquiridas em suas missões de história explorando o mundo, procurando encontrar pistas de como reverter a petrificação, ou em ajuda a seu contratante em missões e eventos.

*Cada 100 palavras confere 1 PEN de chakra ou stamina (precisa ter no mínimo 1 em cada) para o clone usar, liberando energia de volta de sua criação (chakra) a ser recuperada com descanso para Hakatoshi no Seishin, até o limite do seu escalão. Estes PENs podem ser usados mas não são recuperados; se o clone não adquire mais experiência em palavras e continua batalhando para manter sua essência com nova aquisições, ele vai se desgastando até acabar qualquer PEN e então se desfaz, deixando o que aprendeu para Medusa.
*Com 1.000 palavras pode-se acrescentar um elemento, o Clã Abe era proficiente em Suiton e Fuuton. A partir daí, pode-se gastar palavras apenas em técnicas livres do fórum. Medusa mesmo é incapaz de usar jutsu elemental, ela canaliza dos ainda ligados a ela esse conhecimento e manipulação.

Clones de Medusa são dela e não invocados, embora ela possa criar uma cópia para combate e ajudar o contratante. Ela não consegue manter mais de um clone elaborado por escalão; eles existem para explorar o mundo, descobrir métodos de salvar seu povo, e vingar pessoas oprimidas. Possuem as mesmas imunidades de Medusa.

[b][u]Kanjokyoku: Muma[/u][/b]
[i]Adágio: Íncubo[/i]
[b]Rank: [color=orange]B[/color]
Selos:[/b] Macaco, Lebre, Serpente

Medusa ou seus clones (temporários ou avançados) podem produzir membros grotescos, ou bocarras sinistras, que eram uma técnica comum do Clã Abe para formar soldados que não cansavam lutando contra seus inimigos. Chamavam-nos de "Íncubos", porque pareciam matérias deformadas vistas em pesadelos delirantes.
Esta técnica cria um construto de chakra negro, macabro, como um braço escuro com garra gigante ou uma mandíbula com gengiva negra. O Íncubo ataca com grande força, golpeando sem parar seus inimigos, e não pode ser afetado por veneno, genjutsu, ou incapacitação por ser feito de chakra, até ser destruído. Em certos sentidos, é como uma marionete poderosa, e talvez suas raízes venham das técnicas de titeriteiro de Sunagakure em seus primórdios.

[b][u]Kanjokyoku: Datenshi[/u][/b]
[i]Adágio: Anjo Caído[/i]
[b]Rank: [color=red]A[/color]
Selos:[/b] Macaco, Lebre, Serpente, Dragão

Datenshi é um aprimoramento do Íncubo, uma versão completa daquela coisa fragmentada, que na força total de Medusa era capaz de usar como amplificador para controlar Suiton e Fuuton a vastos níveis a partir dele, superando os jutsus dos invasores shinobi. Mas como ela perdeu acesso a suas técnicas elementais e todo o montante de chakra que tinha do coletivo, derivando apenas versões fragmentadas de jutsus Suiton e Fuuton em seus espectros (clones), é apenas um monstro disforme usado em combate. Ele se assemelha a uma estátua sem cabeça e com músculos grotescos, de pele negra, asas puídas nas costas como que carcomidas pelo tempo, e é capaz de voar.
O Datenshi pode "vestir" um clone ou a própria Medusa invocada, fazendo-a poder controlar diretamente seus movimentos, e voar. É mais poderoso que o Íncubo, entretanto se deixado sozinho tende a ficar violento demais e atacar qualquer um, precisa ser mantido com concentração e sob cabresto cuidadoso se não for vestido.[/quote][/quote]

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