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Trevas: Shitai Shanikusai no Jutsu (Técnica do Festical de Cadáveres)

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Trevas: Shitai Shanikusai no Jutsu (Técnica do Festical de Cadáveres)

Mensagem por O Criador em Sab Out 27, 2018 5:38 pm

SHITAI SHANIKUSAI NO JUTSU
Técnica do Festical de Cadáveres


Este Tema é um corpo de kinjutsus que seriam considerados como abomináveis se revelados em aberto para o mundo shinobi, tendo em vista especialmente a devastação causada pelo infame Edo Tensei, a Reencarnação do Mundo Impuro, criada pelo segundo Hokage e utilizada em larga escala na Quarta Guerra Ninja. Neste caso, porém, o praticante não ancora uma alma falecida em um corpo sacrificado, mas reanima cadáveres infundindo neles uma mínima fração de sua energia representada por chakra.

O que realmente está sendo feito é a criação de um sistema artificial de circulação de chakra que opera com a energia investida no cadáver e lhe dá um semblante de vida, falsa como seja, e mobilidade. Os teóricos por trás deste processo eram os membros da extinta Ordem da Mão de Ébano que buscava compreender todos os aspectos da reanimação de carne e ossos para enfim emanciparem-se das fragilidades da matéria, tornando-se algo muito além - isto é representado na técnica de maior nível do Tema, que é um kinjutsu verdadeiro em si para ser dominada (as demais reanimam corpos e são questionáveis, embora existam outras formas de uso de mortos por Ninpou e demais técnicas).

E diferente do estilo de Ninpou I: o Tema liga o corpo reanimado ao shinobi como uma invocação, permitindo ao exército de renascidos artificiais serem invocados como uma técnica de espaço-tempo. Tem poucos jutsus, devido ao potencial da técnica mais poderosa.

Se o personagem ganhar um Tema Extra por qualquer fonte no fórum e possa encaixar este, é possível ter ambas Shitai Shanikusai no Jutsu e a meta-especialização Shigaku (Necrologia), tornando-se um Necromante Verdadeiro, com diversas habilidades reanimadoras.

Requisitos do Tema:

*Utilizar a natureza elemental do Raiton; na ausência do conhecimento específico de Ninpou, os necromantes da Mão de Ébano empregavam eletricidade devido à afinidade desta com os princípios de movimento dos músculos no corpo.
*Conseguir uma fonte de conhecimento incomum para estudar a necromancia, explicada em background, por causa da extinção da ordem e pelo estigma público do Edo Tensei.

Bônus do Tema:

*Todo cadáver é vinculado ao necromante como uma técnica de espaço-tempo (kuchyose no jutsu), no mesmo rank do jutsu usado em sua criação e invocado com os custos respectivos uma vez que tenha sido criado e armazenado em algum lugar (eles podem ser inclusive enviados para lá após criados);
*Mortos-vivos criados por este Tema jamais atacam seu criador ou aqueles que ele ordene que sejam preservados de serem alvos.

Restrição do Tema:

*O personagem não pode ter uma segunda invocação dentre as tradicionais por causa dos seus estudos corruptos e ligação com corpos que ele reanima.

Técnicas do Tema:

Kishishisho
Local de Despejo dos Corpos
Rank: D

Esta é a única técnica que não cria um corpo reanimado. Inscrevendo com tinta uma fórmula oculta em tarjas de selamento, o necromante prepara uma área onde deixará guardados todos os corpos que ele manipula com os jutsus do Tema. Uma vez selecionado o lugar, as tarjas criarão dentro de seu espaço uma área desinfecta que evita a putrefação gradativa da carna cadavérica, que ainda previne odores excessivos e repele animais que poderiam estar interessados em consumi-los. Sem esta técnica, o investimento em produtos de embalsamento seria custoso e exigiria manutenção de tempos em tempos, ou o usuário haveria de recorrer a mumificação que não manteria as propriedades de todos os tipos de corpos. É preciso o consumo de pelo menos quatro tarjas para delimitar as quatro direções.
Remover as tarjas assinala o fim da técnica, seja pelo necromante ou por outros. Alguns praticantes da Mão de Ébano recorriam a jutsus e armadilhas específicos para matar intrusos que violassem seus santuários da morte.

Gaki no Joushou
Ascensão dos Gaki
Rank: C

Gaki é o nome dos espíritos atormentados no budismo japonês e também é vinculado aos Preta, mesma categoria de existência que é um dos caminhos de Pain (fantasmas famintos). Esta que é a mais elementar técnica de reanimação utiliza eletricidade e um ritual especial com símbolos desenhados ao redor do corpo para erguer um Gaki, um corpo programado como uma máquina para matar pessoas.
O Gaki não é um zumbi lerdo nem trôpego, o que já distingue os conhecimentos da Mão de Ébano de outras lendas sobre zumbis e similares. Ele retêm seus PEVs físicos em vida, embora sofra uma diminuição em Taijutsu de 2 pontos; Ninjutsu, Genjutsu ou Controle de Chakra não são preservados. Isto torna a pesquisa por corpos de guerreiros habilidosos a mais vantajosa para usuários deste jutsu. A cada semana em que o corpo se decompõe, ele perde 2 PEVs em Força, Velocidade ou Resistência. Qualquer destes valores ou Taijutsu pode ser reduzido a zero. Não é incomum o necromante fabricar o óbito para conseguir um corpo desejável...
Há duas formas de se orientar as ações do Gaki. Uma é utilizar o ritual de sua criação e lançá-lo solitário ou com outros para atacar pessoas nas imediações. Como a eletricidade e o ninjutsu profano animam o cadáver com alguma malícia artificial, ele parecerá exibir ódio pelos vivos e atacará eles para consumir sua carne, uma fome que não é aplacada a menos que se use o segundo método. Neste o necromante coloca um talismã de papel (mesmo preço de uma tarja de selamento) sobre a língua do Gaki e a costura, fechando as mandíbulas dele. Isto criará um servo obediente que poderá ser invocado para qualquer propósito de guarda, sentinela ou combate.
Um necromante pode reanimar um número de Gaki igual ao seu Controle de Chakra, independente do seu tipo. Ele pode equipar os Gaki com qualquer tipo de armas ou armaduras possíveis.

Jahou no Iryōjutsu
Técnicas da Medicina das Artes Heréticas
Rank: C

Este ninjtsu se destina a recompor com Raiton a carne de um cadáver reanimado pelo Tema, restaurando-a de danos recebidos a menos que tenham incapacitado permanentemente o corpo. Como mortos-vivos não se curam, é uma arte necessária para preservar soldados não descartáveis.
Utilizado em emergências sobre um cadáver fresco, o jutsu o reanima como um morto-vivo temporário semelhante ao Gaki mas que poderá ser preservado apenas por um número de posts igual ao chakra investido (o necromante pode pagar custo de jutsu C+ para durar até oito posts, mas não mais que isto). Enquanto isto eles atacam freneticamente todos os seres vivos à vista. Se o necromante recuperar o corpo antes que termine a duração da técnica, ele é capaz de utilizar outras técnicas do Tema para tomar posse dele como normal e paga apenas o mínimo de chakra para a nova técnica, já que há ainda chakra dentro dele de sua proveniência.
Corpos reanimados temporariamente podem ser armazenados via espaço-tempo contudo o limite de tempo começa a correr quando invocados. Contidos pelo Kishishisho, eles entram em animação suspensa.
A técnica não permite curar danos que sejam anteriores ao óbito.

Kyonshi no Joushou
Ascensão dos Kyonshi
Rank: B

Enquanto que o Gaki carece de técnica mas é um soldado para toda obra, um Kyonshi é um espécime altamente considerado que ainda preserva algum know how técnico em seus cérebros reanimados. O necromante precisa obter o corpo do Kyonshi em bom estado (alguns envenenam suas vítimas para máxima eficácia sem danos ao exemplar), com no máximo vinte e quatro horas de seu falecimento. Após isto ele energiza com uma voltagem e chakra superiores à técnica dos Gaki e produz um morto-vivo com mais excelência em combate, semelhante à que tinha em vida.
O Kyonshi precisa ser reanimado por uma tarja colada à sua testa, que não é removível nem pode ser destruída até que ele o seja (o que leva a se tornar um alvo para atrair fogo inimigo em vão). Após a execução do ritual ele terá PEVs físicos e Taijutsu iguais aos que possuía enquanto vivo, e uma técnica de taijutsu por escalão do necromante (genin, high genin, chuunin, jounin especial, jounin, jounin de elite, sannin, kage, máximo preservada à sua escolha. Jutsus como os Oito Portões de Chakra não podem ser reproduzidos)
OS PENs que o Kyonshi usa são iguais aos de sua Stamina em vida, e após esgotados ele se torna lento e menos eficiente até receber o Jahou no Iryōjutsu que "cura" sua perda de Stamina: neste estado tem menos 2 pontos em Taijutsu e Velocidade, tornando-se menos eficiente ainda que um Gaki. Kekkei genkai corpóreas e hijutsus que não usem chakra podem ser incorporadas a cadáveres, e igualmente bônus em PEVs físicos: por isto Clãs como os Kaguya e os Akimichi geram os melhores espécimes, e um Kaguya de ossos é considerado o melhor tipo de aquisição nos tempos atuais. Com outro tipo de jutsu do Tema carne e membros de outros ninjas podem ser mesclados a este morto-vivo.
Kyonshi possuem uma chance de um em 6 no dado de missões de que, mesmo destruídos, podem ser curados e reaproveitados a menos que reduzidos a cinzas e tenham perdido membros (que não são repostos a menos que readquiridos). Um necromante pode ter um número de Kyonshi igual ao seu rank (D, C, B, A, S) mais um, ou seja no mínimo dois para Rank D, por vez.

Kaibou Inshou
Impressão Anatômica
Rank: B

Jutsu destinado a criar mortos-vivos menores a partir de partes de corpos e órgãos expostos e atingidos pela eletricidade fulminante da técnica. Se um vivo for alvo deste Raiton, ele fica com graves penalidades de movimento (4 pontos a menos em Taijutsu e Velocidade) por quatro posts, porque as células mortas do seu corpo ou em processo de substituição são reanimadas e tentam desobedecer aos comandos do cérebro.
Já em carne morta, o necromante utiliza um grupo de quatro partes de corpos mais uma por escalão (genin, high genin, chuunin, jounin especial, jounin, jounin de elite, sannin, kage, máximo então 12) do mesmo corpo ou de vários que podem atacar seus alvos separadamente, como distração, ou se fundir em um colosso grotesco e macabro: com no mínimo doze partes coletadas, o colosso será um morto-vivo inchado e deformado além de apavorante, com PEV Taijutsu 5, Força 6, Velocidade 4 e Resistência 6. Para cada doze partes a mais somadas à massa de partes o colosso recebe +2 PEVs em Força e Resistência, até o máximo de Força 12 e Resistência 12 para uma soma nada modesta de 84 partes corporais e sete usos da técnica. Como um cadáver humano pode produzir até seis partes no máximo (cabeça, tronco e quatro membros), isto equivale a 14 cadáveres mesclados.
O colosso pode ser armazenado como usual mas não convertido em outros tipos de mortos-vivos. Seu tamanho será proporcional à soma dos corpos (tamanho de um adulto por seis componentes na massa) utilizados. O necromante pode ter um colosso por rank (D, C, B, A, S) por vez.
Esta técnica pode ainda ser usada para acoplar um membro de um cadáver em outro animado como Gaki ou Kyonshi, neste caso se usa o PEV Força na média (arredondado para baixo) do corpo receptor e do doador. Isto tem utilidade apenas no caso de uma amostra de kekkei genkai corpórea, permitindo a um Kyonshi ou Shi no Genshin não receptor (e apenas eles, no caso do Shi no Genshin só ossos são necessários) exibir jutsus do corpo doador.

Shi no Genshin
Avatar da Morte
Rank: A

Este jutsu requer um esqueleto limpo e não emprega Raiton, mas uma fórmula especial e ingredientes comprados no mercado negro (a maioria fluidos corporais que pode ser retirada por um medi-nin ou médico das trevas de um corpo, caso tenha este conhecido, o que fica de graça para ele) no custo de $200 em ryous. Os ingredientes e chakra da técnica criam matéria necroplástica, negra e pegajosa, que envolve os ossos e preenche as partes faltantes como músculos, tendões e pele, criando o Shi no Genshin.
Um Shi no Genshin é semelhante ao Kyonshi porque o necroplasma consegue evocar matéria aproximada à de vida e reproduzir a habilidade e PEVs como neste outro tipo, o que é útil quando o corpo já foi bem deteriorado. Entretanto ele é superior porque a mesma Stamina em vida que tem pode ser usada como substituto para Chakra em técnicas do próprio necromante, inclusive natureza elemental, e no critério destes jutsus empregará o PEV do seu criador. Isto o torna um misto do cadáver reanimado e do necromante, um passo avançado no objetivo de transcender a matéria frágil estudando como modificá-la para a Mão de Ébano.
O avatar da morte é deveras hediondo: um esqueleto com carne semi-transparente negra e meio luminosa (!), o que lembra a imagem tradicional do ceifador da morte. Ossos de ninjas falecidos com habilidades corpóreas podem ser adicionados a ele para maior eficácia, ou redistribuição de novos jutsus.
Shi no Genshin possuem uma chance de dois em 6 no dado de missões de que, mesmo destruídos, podem ser curados e reaproveitados a menos que reduzidos a cinzas e tenham perdido membros (que não são repostos a menos que readquiridos). Um necromante pode ter apenas um Shi no Genshin.

Shitai Kyohei
Erguer o Exército de Cadáveres
Rank: A

Técnica de larga escala, em que o necromante pode produzir Gaki menores em massa com estatísticas inferiores (Taijutsu, Força, Velocidade e Resistência sempre 2) a partir de cemitérios ou cenários de chacina. Um relâmpago ergue-se no ar formando um conjunto de sinais específicos e então atinge a área das covas, erguendo a considerável soma de (dois dados de missões) x 10 (mínimo 20, máximo 120 corpos) ou a quantidade total nos jazigos, o que for menor. Todos os mortos são invocados como uma kuchyiose de Rank A quando preciso e são usados em ataques em massa; podem ser armados ou apanhar armas dos que matam para reforçar seus ataques.
Conhecer outros jutsus do Tema confere algumas vantagens:

*Kyonshi no Joushou permite erguer um general das tropas, um morto-vivo melhorado (um dado de missões a mais em cada um dos quatro PEVs) que lidera o ataque como uma técnica de clone, ou seja, com a inteligência do seu criador. Ele conta no limite de seus Kyonshi;
*Kaibou Inshou concede a capacidade dos corpos se fundirem acrescentando +1 à Força e Resistência de um deles, o corpo-base (pode ser o general do bônus anterior), até no máximo Força e Resistência 12. Com o bônus seguinte, a regeneração se torna acelerada. Cada um conta no limite dos seus colossos deste jutsu;
*Shi no Genshin habilita elevar a técnica em custo a Rank S, atrelando fios de necroplasma aos corpos que recebem uma regeneração lenta e constate. Significa que após alguns minutos eles se erguem novamente e deflagram uma nova onda de ataques. Fogo é o maior inimigo dos ataques. Raiton de Rank inferior a A apenas cura os corpos, eletrificando sua carne e fundindo-a de novo (um bom método do necromante recuperas as tropas, caso lute ao lado delas);
Um necromante pode reanimar apenas um exército por vez, e se construir outro os anteriores caem desativados.

Shi no Shinka
Apoteose da Morte
Rank: S

Nesta técnica suprema do Tema, o necromante está pronto para sacrificar sua mortalidade. Este kinjutsu requer a morte de oito vítimas involuntárias, quatro delas precisam ser shinobis, que devem estar conscientes (embora não completamente; drogas são por vezes usadas) e assistindo ao ritual para morrerem sabendo do que se passa (este detalhe é opcional mas a Mão de Ébano era sadista e cruel, fazia ele com vivos em agonia por prazer).
A soma do ódio, desprezo, rancor ou desespero dos mortos com o chakra na técnica habilita ao necromante invocar uma coisa mesclada de chakra e malícia que lembra o Shinigami, porém diferente do jutsu dos Uzumaki ele prende a alma de suas vítimas não shinobi no seu lugar e as vítimas shinobi tem todo o chakra absorvido por ele, através de um pulso singular de eletricidade. Isto o torna o objetivo da Mão de Ébano: alguém além da carne mortal.

*O necromante perde seus PENs Chakra e Stamina. Seu novo valor de Chakra será a soma do maior de todos os PENs Chakra dos shinobis sacrificados, e nunca mais será elevado. O chakra se torna parte de seu novo corpo de necroplasma, que se torna cadavérico em aparência, com olhos brilhando verde e voz fantasmagórica. O Chakra do somatório é usado em jutsus e se esgotado faz o necromante cair inconsciente enquanto repousa e se recupera. Stamina se torna infinita para cansaço e exaustão, embora ele ainda use o valor anterior para taijutsu (se esgotado, como no caso do Kyonshi, fica lento com penalidade de 2 pontos em Taijutsu e Velocidade), significando que ele não precisa mais comer, dormir ou se cansa com atividades fatigantes, nem é afetado por venenos, doenças e genjutsu que o obrigue a adormecer ou de alguma forma paralise ou afete o corpo;

*O necromante se torna imune a doenças, venenos e parasitismo de sua carne;

*Raiton lhe cura os ferimentos ao invés de causar danos, e ele e o jutsu Jahou no Iryōjutsu do Tema são as únicas formas de se recuperar de danos, porque seu corpo perde a cura natural nem é afetado por jutsus médicos benignos;

*Finalmente, sua existência está atrelada às almas presas no falso deus da morte que o ancoram na pós vida, e no Chakra roubado. Se o necromante for destruído, tem chance de 5 em 6 no dado de missões de resistir e recompor seu corpo no local designado pelo Kishishisho, podendo reverter sua presença até onde morreu como jutsu espaço-tempo Rank S. Se as almas forem libertas, por exemplo por um ataque destinado a atingir o chakra que as aprisiona, cada uma diminui a chance em 1 até ele só possuir uma chance em 6 de retornar. Se todo o seu Chakra por alguma forma igual ou superior à Samehada for drenado, ele o perde para sempre e se esgotado terá seu corpo físico destruído e segue o caminho das almas junto das prisioneiras.

O ritual não pode ser repetido e é definitivo. Quanto maior a qualidade dos shinobis envolvidos, mais Chakra o necromante terá por isto a busca por melhores espécimes é desejável. Ele pode usar o Kaibou Inshou para acoplar membros extras em seu corpo ou mesmo acrescentar olhos roubados de doujutsus a fim de conseguir novos poderes, mas não substituir seus membros nem olhos normais visto que fazem parte do processo de transformação original em morto-vivo.

Como a alma fica comprometida pelo processo, há a possibilidade de alguém usar Edo Tensei na alma do próprio necromante para recriá-lo como era em vida (ao menos, como outro morto-vivo) porém o estúpido que fizer isto perderá o controle do renascido, e a alma será dividida entre os dois corpos - embora o ritual não possa ser feito de novo no novo desmorto - que agirão em colaboração e não em oposição. O próprio executor não é capaz de usar Edo Tensei em si mesmo.

Código:
[quote][quote][center][b][u][size=18]SHITAI SHANIKUSAI NO JUTSU[/size][/u][/b]
[i][size=16]Técnica do Festical de Cadáveres[/size][/i]

[img]https://pm1.narvii.com/6754/fc7c629fcad81e9a638aa111bb3c324c7bba9547v2_00.jpg[/img][/center]

Este Tema é um corpo de kinjutsus que seriam considerados como abomináveis se revelados em aberto para o mundo shinobi, tendo em vista especialmente a devastação causada pelo infame Edo Tensei, a Reencarnação do Mundo Impuro, criada pelo segundo Hokage e utilizada em larga escala na Quarta Guerra Ninja. Neste caso, porém, o praticante não ancora uma alma falecida em um corpo sacrificado, mas reanima cadáveres infundindo neles uma mínima fração de sua energia representada por chakra.

O que realmente está sendo feito é a criação de um sistema artificial de circulação de chakra que opera com a energia investida no cadáver e lhe dá um semblante de vida, falsa como seja, e mobilidade. Os teóricos por trás deste processo eram os membros da extinta Ordem da Mão de Ébano que buscava compreender todos os aspectos da reanimação de carne e ossos para enfim emanciparem-se das fragilidades da matéria, tornando-se algo muito além - isto é representado na técnica de maior nível do Tema, que é um kinjutsu verdadeiro em si para ser dominada (as demais reanimam corpos e são questionáveis, embora existam outras formas de uso de mortos por Ninpou e demais técnicas).

E diferente do estilo de Ninpou I: o Tema liga o corpo reanimado ao shinobi como uma invocação, permitindo ao exército de renascidos artificiais serem invocados como uma técnica de espaço-tempo. Tem poucos jutsus, devido ao potencial da técnica mais poderosa.

Se o personagem ganhar um Tema Extra por qualquer fonte no fórum e possa encaixar este, é possível ter ambas Shitai Shanikusai no Jutsu e a meta-especialização Shigaku (Necrologia), tornando-se um Necromante Verdadeiro, com diversas habilidades reanimadoras.

Requisitos do Tema:

*Utilizar a natureza elemental do Raiton; na ausência do conhecimento específico de Ninpou, os necromantes da Mão de Ébano empregavam eletricidade devido à afinidade desta com os princípios de movimento dos músculos no corpo.
*Conseguir uma fonte de conhecimento incomum para estudar a necromancia, explicada em background, por causa da extinção da ordem e pelo estigma público do Edo Tensei.

Bônus do Tema:

*Todo cadáver é vinculado ao necromante como uma técnica de espaço-tempo (kuchyose no jutsu), no mesmo rank do jutsu usado em sua criação e invocado com os custos respectivos uma vez que tenha sido criado e armazenado em algum lugar (eles podem ser inclusive enviados para lá após criados);
*Mortos-vivos criados por este Tema jamais atacam seu criador ou aqueles que ele ordene que sejam preservados de serem alvos.

Restrição do Tema:

*O personagem não pode ter uma segunda invocação dentre as tradicionais por causa dos seus estudos corruptos e ligação com corpos que ele reanima.

Técnicas do Tema:

[u][b]Kishishisho[/b][/u]
[i]Local de Despejo dos Corpos[/i]
[b]Rank: [color=blue]D[/color][/b]

Esta é a única técnica que não cria um corpo reanimado. Inscrevendo com tinta uma fórmula oculta em tarjas de selamento, o necromante prepara uma área onde deixará guardados todos os corpos que ele manipula com os jutsus do Tema. Uma vez selecionado o lugar, as tarjas criarão dentro de seu espaço uma área desinfecta que evita a putrefação gradativa da carna cadavérica, que ainda previne odores excessivos e repele animais que poderiam estar interessados em consumi-los. Sem esta técnica, o investimento em produtos de embalsamento seria custoso e exigiria manutenção de tempos em tempos, ou o usuário haveria de recorrer a mumificação que não manteria as propriedades de todos os tipos de corpos. É preciso o consumo de pelo menos quatro tarjas para delimitar as quatro direções.
Remover as tarjas assinala o fim da técnica, seja pelo necromante ou por outros. Alguns praticantes da Mão de Ébano recorriam a jutsus e armadilhas específicos para matar intrusos que violassem seus santuários da morte.

[u][b]Gaki no Joushou[/b][/u]
[i]Ascensão dos Gaki[/i]
[b]Rank: [color=green]C[/color][/b]

Gaki é o nome dos espíritos atormentados no budismo japonês e também é vinculado aos Preta, mesma categoria de existência que é um dos caminhos de Pain (fantasmas famintos). Esta que é a mais elementar técnica de reanimação utiliza eletricidade e um ritual especial com símbolos desenhados ao redor do corpo para erguer um Gaki, um corpo programado como uma máquina para matar pessoas.
O Gaki não é um zumbi lerdo nem trôpego, o que já distingue os conhecimentos da Mão de Ébano de outras lendas sobre zumbis e similares. Ele retêm seus PEVs físicos em vida, embora sofra uma diminuição em Taijutsu de 2 pontos; Ninjutsu, Genjutsu ou Controle de Chakra não são preservados. Isto torna a pesquisa por corpos de guerreiros habilidosos a mais vantajosa para usuários deste jutsu. A cada semana em que o corpo se decompõe, ele perde 2 PEVs em Força, Velocidade ou Resistência. Qualquer destes valores ou Taijutsu pode ser reduzido a zero. Não é incomum o necromante fabricar o óbito para conseguir um corpo desejável...
Há duas formas de se orientar as ações do Gaki. Uma é utilizar o ritual de sua criação e lançá-lo solitário ou com outros para atacar pessoas nas imediações. Como a eletricidade e o ninjutsu profano animam o cadáver com alguma malícia artificial, ele parecerá exibir ódio pelos vivos e atacará eles para consumir sua carne, uma fome que não é aplacada a menos que se use o segundo método. Neste o necromante coloca um talismã de papel (mesmo preço de uma tarja de selamento) sobre a língua do Gaki e a costura, fechando as mandíbulas dele. Isto criará um servo obediente que poderá ser invocado para qualquer propósito de guarda, sentinela ou combate.
Um necromante pode reanimar um número de Gaki igual ao seu Controle de Chakra, independente do seu tipo. Ele pode equipar os Gaki com qualquer tipo de armas ou armaduras possíveis.

[u][b]Jahou no Iryōjutsu[/b][/u]
[i]Técnicas da Medicina das Artes Heréticas[/i]
[b]Rank: [color=green]C[/color][/b]

Este ninjtsu se destina a recompor com Raiton a carne de um cadáver reanimado pelo Tema, restaurando-a de danos recebidos a menos que tenham incapacitado permanentemente o corpo. Como mortos-vivos não se curam, é uma arte necessária para preservar soldados não descartáveis.
Utilizado em emergências sobre um cadáver fresco, o jutsu o reanima como um morto-vivo temporário semelhante ao Gaki mas que poderá ser preservado apenas por um número de posts igual ao chakra investido (o necromante pode pagar custo de jutsu C+ para durar até oito posts, mas não mais que isto). Enquanto isto eles atacam freneticamente todos os seres vivos à vista. Se o necromante recuperar o corpo antes que termine a duração da técnica, ele é capaz de utilizar outras técnicas do Tema para tomar posse dele como normal e paga apenas o mínimo de chakra para a nova técnica, já que há ainda chakra dentro dele de sua proveniência.
Corpos reanimados temporariamente podem ser armazenados via espaço-tempo contudo o limite de tempo começa a correr quando invocados. Contidos pelo Kishishisho, eles entram em animação suspensa.
A técnica não permite curar danos que sejam anteriores ao óbito.

[u][b]Kyonshi no Joushou[/b][/u]
[i]Ascensão dos Kyonshi[/i]
[b]Rank: [color=orange]B[/color][/b]

Enquanto que o Gaki carece de técnica mas é um soldado para toda obra, um Kyonshi é um espécime altamente considerado que ainda preserva algum [i]know how[/i] técnico em seus cérebros reanimados. O necromante precisa obter o corpo do Kyonshi em bom estado (alguns envenenam suas vítimas para máxima eficácia sem danos ao exemplar), com no máximo vinte e quatro horas de seu falecimento. Após isto ele energiza com uma voltagem e chakra superiores à técnica dos Gaki e produz um morto-vivo com mais excelência em combate, semelhante à que tinha em vida.
O Kyonshi precisa ser reanimado por uma tarja colada à sua testa, que não é removível nem pode ser destruída até que ele o seja (o que leva a se tornar um alvo para atrair fogo inimigo em vão). Após a execução do ritual ele terá PEVs físicos e Taijutsu iguais aos que possuía enquanto vivo, e uma técnica de taijutsu por escalão do necromante (genin, high genin, chuunin, jounin especial, jounin, jounin de elite, sannin, kage, máximo preservada à sua escolha. Jutsus como os Oito Portões de Chakra não podem ser reproduzidos)
OS PENs que o Kyonshi usa são iguais aos de sua Stamina em vida, e após esgotados ele se torna lento e menos eficiente até receber o Jahou no Iryōjutsu que "cura" sua perda de Stamina: neste estado tem menos 2 pontos em Taijutsu e Velocidade, tornando-se menos eficiente ainda que um Gaki. Kekkei genkai corpóreas e hijutsus que não usem chakra podem ser incorporadas a cadáveres, e igualmente bônus em PEVs físicos: por isto Clãs como os Kaguya e os Akimichi geram os melhores espécimes, e um Kaguya de ossos é considerado o melhor tipo de aquisição nos tempos atuais. Com outro tipo de jutsu do Tema carne e membros de outros ninjas podem ser mesclados a este morto-vivo.
Kyonshi possuem uma chance de um em 6 no dado de missões de que, mesmo destruídos, podem ser curados e reaproveitados a menos que reduzidos a cinzas e tenham perdido membros (que não são repostos a menos que readquiridos). Um necromante pode ter um número de Kyonshi igual ao seu rank (D, C, B, A, S) mais um, ou seja no mínimo dois para Rank D, por vez.

[u][b]Kaibou Inshou[/b][/u]
[i]Impressão Anatômica[/i]
[b]Rank: [color=orange]B[/color][/b]

Jutsu destinado a criar mortos-vivos menores a partir de partes de corpos e órgãos expostos e atingidos pela eletricidade fulminante da técnica. Se um vivo for alvo deste Raiton, ele fica com graves penalidades de movimento (4 pontos a menos em Taijutsu e Velocidade) por quatro posts, porque as células mortas do seu corpo ou em processo de substituição são reanimadas e tentam desobedecer aos comandos do cérebro.
Já em carne morta, o necromante utiliza um grupo de quatro partes de corpos mais uma por escalão (genin, high genin, chuunin, jounin especial, jounin, jounin de elite, sannin, kage, máximo então 12) do mesmo corpo ou de vários que podem atacar seus alvos separadamente, como distração, ou se fundir em um colosso grotesco e macabro: com no mínimo doze partes coletadas, o colosso será um morto-vivo inchado e deformado além de apavorante, com PEV Taijutsu 5, Força 6, Velocidade 4 e Resistência 6. Para cada doze partes a mais somadas à massa de partes o colosso recebe +2 PEVs em Força e Resistência, até o máximo de Força 12 e Resistência 12 para uma soma nada modesta de 84 partes corporais e sete usos da técnica. Como um cadáver humano pode produzir até seis partes no máximo (cabeça, tronco e quatro membros), isto equivale a 14 cadáveres mesclados.
O colosso pode ser armazenado como usual mas não convertido em outros tipos de mortos-vivos. Seu tamanho será proporcional à soma dos corpos (tamanho de um adulto por seis componentes na massa) utilizados. O necromante pode ter um colosso por rank (D, C, B, A, S) por vez.
Esta técnica pode ainda ser usada para acoplar um membro de um cadáver em outro animado como Gaki ou Kyonshi, neste caso se usa o PEV Força na média (arredondado para baixo) do corpo receptor e do doador. Isto tem utilidade apenas no caso de uma amostra de kekkei genkai corpórea, permitindo a um Kyonshi ou Shi no Genshin não receptor (e apenas eles, no caso do Shi no Genshin só ossos são necessários) exibir jutsus do corpo doador.

[u][b]Shi no Genshin[/b][/u]
[i]Avatar da Morte[/i]
[b]Rank: [color=red]A[/color][/b]

Este jutsu requer um esqueleto limpo e não emprega Raiton, mas uma fórmula especial e ingredientes comprados no mercado negro (a maioria fluidos corporais que pode ser retirada por um medi-nin ou médico das trevas de um corpo, caso tenha este conhecido, o que fica de graça para ele) no custo de $200 em ryous. Os ingredientes e chakra da técnica criam matéria necroplástica, negra e pegajosa, que envolve os ossos e preenche as partes faltantes como músculos, tendões e pele, criando o Shi no Genshin.
Um Shi no Genshin é semelhante ao Kyonshi porque o necroplasma consegue evocar matéria aproximada à de vida e reproduzir a habilidade e PEVs como neste outro tipo, o que é útil quando o corpo já foi bem deteriorado. Entretanto ele é superior porque a mesma Stamina em vida que tem pode ser usada como substituto para Chakra em técnicas do próprio necromante, inclusive natureza elemental, e no critério destes jutsus empregará o PEV do seu criador. Isto o torna um misto do cadáver reanimado e do necromante, um passo avançado no objetivo de transcender a matéria frágil estudando como modificá-la para a Mão de Ébano.
O avatar da morte é deveras hediondo: um esqueleto com carne semi-transparente negra e meio luminosa (!), o que lembra a imagem tradicional do ceifador da morte. Ossos de ninjas falecidos com habilidades corpóreas podem ser adicionados a ele para maior eficácia, ou redistribuição de novos jutsus.
Shi no Genshin possuem uma chance de dois em 6 no dado de missões de que, mesmo destruídos, podem ser curados e reaproveitados a menos que reduzidos a cinzas e tenham perdido membros (que não são repostos a menos que readquiridos). Um necromante pode ter apenas um Shi no Genshin.

[u][b]Shitai Kyohei[/b][/u]
[i]Erguer o Exército de Cadáveres[/i]
[b]Rank: [color=red]A[/color][/b]

Técnica de larga escala, em que o necromante pode produzir Gaki menores em massa com estatísticas inferiores (Taijutsu, Força, Velocidade e Resistência sempre 2) a partir de cemitérios ou cenários de chacina. Um relâmpago ergue-se no ar formando um conjunto de sinais específicos e então atinge a área das covas, erguendo a considerável soma de (dois dados de missões) x 10 (mínimo 20, máximo 120 corpos) ou a quantidade total nos jazigos, o que for menor. Todos os mortos são invocados como uma kuchyiose de Rank A quando preciso e são usados em ataques em massa; podem ser armados ou apanhar armas dos que matam para reforçar seus ataques.
Conhecer outros jutsus do Tema confere algumas vantagens:

*Kyonshi no Joushou permite erguer um general das tropas, um morto-vivo melhorado (um dado de missões a mais em cada um dos quatro PEVs) que lidera o ataque como uma técnica de clone, ou seja, com a inteligência do seu criador. Ele conta no limite de seus Kyonshi;
*Kaibou Inshou concede a capacidade dos corpos se fundirem acrescentando +1 à Força e Resistência de um deles, o corpo-base (pode ser o general do bônus anterior), até no máximo Força e Resistência 12. Com o bônus seguinte, a regeneração se torna acelerada. Cada um conta no limite dos seus colossos deste jutsu;
*Shi no Genshin habilita elevar a técnica em custo a Rank S, atrelando fios de necroplasma aos corpos que recebem uma regeneração lenta e constate. Significa que após alguns minutos eles se erguem novamente e deflagram uma nova onda de ataques. Fogo é o maior inimigo dos ataques. Raiton de Rank inferior a A apenas cura os corpos, eletrificando sua carne e fundindo-a de novo (um bom método do necromante recuperas as tropas, caso lute ao lado delas);
Um necromante pode reanimar apenas um exército por vez, e se construir outro os anteriores caem desativados.

[u][b]Shi no Shinka[/b][/u]
[i]Apoteose da Morte[/i]
[b]Rank: [color=indigo]S[/color][/b]

Nesta técnica suprema do Tema, o necromante está pronto para sacrificar sua mortalidade. Este kinjutsu requer a morte de oito vítimas involuntárias, quatro delas precisam ser shinobis, que devem estar conscientes (embora não completamente; drogas são por vezes usadas) e assistindo ao ritual para morrerem sabendo do que se passa (este detalhe é opcional mas a Mão de Ébano era sadista e cruel, fazia ele com vivos em agonia por prazer).
A soma do ódio, desprezo, rancor ou desespero dos mortos com o chakra na técnica habilita ao necromante invocar uma coisa mesclada de chakra e malícia que lembra o Shinigami, porém diferente do jutsu dos Uzumaki ele prende a alma de suas vítimas não shinobi no seu lugar e as vítimas shinobi tem todo o chakra absorvido por ele, através de um pulso singular de eletricidade. Isto o torna o objetivo da Mão de Ébano: alguém além da carne mortal.

*O necromante perde seus PENs Chakra e Stamina. Seu novo valor de Chakra será a soma do maior de todos os PENs Chakra dos shinobis sacrificados, e nunca mais será elevado. O chakra se torna parte de seu novo corpo de necroplasma, que se torna cadavérico em aparência, com olhos brilhando verde e voz fantasmagórica. O Chakra do somatório é usado em jutsus e se esgotado faz o necromante cair inconsciente enquanto repousa e se recupera. Stamina se torna infinita para cansaço e exaustão, embora ele ainda use o valor anterior para taijutsu (se esgotado, como no caso do Kyonshi, fica lento com penalidade de 2 pontos em Taijutsu e Velocidade), significando que ele não precisa mais comer, dormir ou se cansa com atividades fatigantes, nem é afetado por venenos, doenças e genjutsu que o obrigue a adormecer ou de alguma forma paralise ou afete o corpo;

*O necromante se torna imune a doenças, venenos e parasitismo de sua carne;

*Raiton lhe cura os ferimentos ao invés de causar danos, e ele e o jutsu Jahou no Iryōjutsu do Tema são as únicas formas de se recuperar de danos, porque seu corpo perde a cura natural nem é afetado por jutsus médicos benignos;

*Finalmente, sua existência está atrelada às almas presas no falso deus da morte que o ancoram na pós vida, e no Chakra roubado. Se o necromante for destruído, tem chance de 5 em 6 no dado de missões de resistir e recompor seu corpo no local designado pelo Kishishisho, podendo reverter sua presença até onde morreu como jutsu espaço-tempo Rank S. Se as almas forem libertas, por exemplo por um ataque destinado a atingir o chakra que as aprisiona, cada uma diminui a chance em 1 até ele só possuir uma chance em 6 de retornar. Se todo o seu Chakra por alguma forma igual ou superior à Samehada for drenado, ele o perde para sempre e se esgotado terá seu corpo físico destruído e segue o caminho das almas junto das prisioneiras.

O ritual não pode ser repetido e é definitivo. Quanto maior a qualidade dos shinobis envolvidos, mais Chakra o necromante terá por isto a busca por melhores espécimes é desejável. Ele pode usar o Kaibou Inshou para acoplar membros extras em seu corpo ou mesmo acrescentar olhos roubados de doujutsus a fim de conseguir novos poderes, mas não substituir seus membros nem olhos normais visto que fazem parte do processo de transformação original em morto-vivo.

Como a alma fica comprometida pelo processo, há a possibilidade de alguém usar Edo Tensei na alma do próprio necromante para recriá-lo como era em vida (ao menos, como outro morto-vivo) porém o estúpido que fizer isto perderá o controle do renascido, e a alma será dividida entre os dois corpos - embora o ritual não possa ser feito de novo no novo desmorto - que agirão em colaboração e não em oposição. O próprio executor não é capaz de usar Edo Tensei em si mesmo.[/quote][/quote]

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